UNIVERSIDADES SÉNIORES: ACONTECIMENTOS, TRABALHOS, ETC.

01
Abr 15

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Estórias e Contos Tradicionais Portugueses

Pesquisado na Internet e apresentado por: Turma 2

 

Algarve/Faro:

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Retirado do endereço:

http://algarvencantado.blogs.sapo.pt/1066.html

 

Ditos, Ditados e Provérbios Portugueses

Autores: Turma 3 (pesquisas no Google Imagens)

A propósito da chegada da PRIMAVERA, e de Março …

 

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Sugestão de Culinária

Autor: Turma 1. Pesquisado na Internet

Receita de culinária

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Poesia

Autor: Turma 3, pesquisado na Internet

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Sugestão de Fim de Semana / O que visitar na minha Cidade?

Apresentado por António Mordido, pesquisado na Internet

 

Fluviário de Mora

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Veja aqui:

https://www.youtube.com/watch?v=3kvqf1nE3O8

 

Foto da Semana

Autor: Turma 4, pesquisado no Google Imagens

 

Atendo à PRIMAVERA, parece uma escolha certa!?

Olhem bem e imaginem-se envolvidos no ambiente ilustrado por esta imagem!

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publicado por IDADE MAIOR às 22:01

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Estórias e Contos Tradicionais Portugueses

 

Conto: O Lagar

    

Estava-se em dezembro, mês propício para a apanha da azeitona.

Em casa dos avós do Joaquim andava tudo num autêntico reboliço.

Homens e mulheres a serem distribuídos pelos olivais e propriedades onde haviam oliveiras, azeitona por todo o lado e os carros de bois a transportar os sacos cheios para os lagares.

O Abílio Salmão e a mulher salientavam-se no meio do rancho, as suas vozes sobrepunham-se às outras, os seus desafios e desgarradas encantavam, não tinham fim e as suas mãos, quer a ripar, quer a apanhar a azeitona do chão, pareciam aranhiços em movimento.

Pelos seus cinco anos, não davam oportunidade ao Joaquim de fazer mais nada senão andar ao colo ou pela mão da avó, e “embriagar-se” com a maravilha das imagens, que, com a destreza própria, ia captando de tudo que bulia à sua volta. Isto não significa que ele fosse um menino mimado, nada disso, tratava-se apenas de comportamentos do tempo, onde com cinco anos ainda se estava no berço.

É certo que a casa dos seus avós paternos era a maior e mais abastada da zona: possuíam inúmeras propriedades onde abundava, para além do azeite, o vinho e o pinhal e tinham várias juntas e carros de bois, com os quais já haviam feito o transporte colectivo de mercadorias para a Lamarosa e Vila Nova de Ourém, demorando cada viajem cerca de uma semana. Mas, eram pessoas de trabalho, de muito trabalho, sendo o rendimento para investir em terrenos, e só aí.

O Joaquim tinha já cerca de sete anos quando teve oportunidade de ir pela primeira vez a um lagar.

Eram três os que existiam próximo: o do Amâncio Terramote, o do José Vaz e o do Lombo. Trabalhava-se com todos, mas, naquele ano, a azeitona foi em maior quantidade para o do Lombo, que se situava ao fundo dos Outeiros, num local de acessos muito difíceis, onde moravam apenas dois casais.

A casa onde estava instalado era enorme, arredondada e baixa, mesmo muito baixa, quase que se batia com a cabeça nas telhas de canudo que também formavam a trave da porta.

Logo à entrada ficava a casa da lenha, onde funcionava um motor a gasóleo, que através duma forte correia de lona fazia trabalhar as galgas; a seguir a azenha da farinha, cuja mós eram movidas por uma grande roda de ferro, repleta de alcatruzes, que era tocada pela água e se encontrava no exterior; a seguir, e depois de se subir uma escada com três degraus, atingia-se o lagar propriamente dito: a vasa onde as galgas esmagavam a azeitona, as fontes, as duas prensas manuais, a fornalha da água quente a vários homens, entre eles o mestre, um homem alto, magro, que andava em cabelo, e o seu fato estava mais untado que as próprias ceras que expeliam o azeite.

Era ele que orientava tudo ali: estipulava as tarefas dos outros homens, anotava a azeitona entrada, punha a trabalhar e parava o motor, verificava quando a azeitona estava moída, punha a água à temperatura ideal para escaldar as fontes e media o azeite.

Foi no momento em que despejou e deixou o alqueire dentro de um enorme funil, que por sua vez estava introduzido numa vasilha de lata para onde ia determinada quantidade de azeite, que foi premir um interruptor colocado numa parede próxima e iluminou todo o lagar.

Nunca na sua vida o Joaquim tinha visto tal!

Os sistemas de iluminação que ele conhecia eram a candeia, o candeeiro de azeite e de petróleo, o gasómetro e o petromax.

Curioso como foi sempre, e quase impulsionado por uma mola, o Joaquim logo imitar o mestre, tendo imediatamente como consequência uma palmada na mão e o ser obrigado a sentar-se num banco corrido metido entre a avó e o pai.

Claro que a raiva o assaltou, porém, naquele momento, e como se pode perceber, não pôde fazer mais nada.

Mas, a atitude tinha-o marcado muito. E passados uns dias, mais propriamente quando ouviu dizer que o lagar estava fechado, aí estava ele a descer o monte, a aproximar-se do lagar e a procurar a forma de poder penetrar no seu interior.

E foi através de uma janela, que se encontrava semiaberta e se situava perto do solo, que o fez.

E que diferença existia por ali naquele dia!

Estava tudo às escuras, o motor parado, a fornalha apagada, enfim, havia por ali um silêncio de cortar à faca.

Mas o Joaquim estava firme na sua aventura, no que o levara ali.

Queria premir o botão, o tal botãozinho milagroso que iluminava tudo.

E com quanto prazer se aproximou dele e o premiu dezenas de vezes.

Só que naquele dia não havia luz! Quer o dínamo, quer as baterias que a produziam estavam desligados.

  

Ditos, Ditados e Provérbios Portugueses

 

Quando a candelária chora

Está o Inverno fora.

 

 

Sugestão de Culinária

 

Peixe do rio em Molho de Escabeche

 

Arranja-se o peixe, escama-se e retiram-se as vísceras, lava-se muito bem e põe-se de sal.

Numa frigideira larga aquece-se óleo em mistura com azeite; passa-se o peixe por farinha de trigo e frita-se.

No restante molho deitam-se cebola às rodelas, alho migado, folhas de louro, mais uma pintada de sal e picante a gosto.

Deixa-se a cebola alourar, junta-se um pouco de vinagre e ferve mais um pouco.

Deita-se este molho por cima do peixe frio e serve-se quente ou frio, acompanhado com batatas cozidas e salada.

 

Poesia

 

ÁRVORE

 

 

Quem és tu querida Árvore

Que presa ao chão da terra

Louvas a Deus

Dia a dia sem te cansares?

 

Quem és tu

Que ao Homem tudo dás?

Quem és tu

Que tomas formas singulares:

às vezes de braços bem abertos

outras, sobes esguia desejando tocar os céus!

 

Tantos te admiram!

És presença nas cidades, montes, vales e

em sítios inóspitos, onde parece não haver terra, é a chuva o teu alimento divino.

 

Na Terra, és privilégio de Deus!

Nada pedes! Nada temes!

Tranquilamente mudas a beleza da paisagem.

Ofereces alimento e abrigo.

 

Diz-me, quem és tu?

Vês nascer o Sol, a Lua acaricia-te,

vigias as estrelas e em passos de dança acompanhas a brisa do mar.

 

És fonte de Vida!

Oração viva!

Altar - aos olhos de quem tem Fé!

 

                                                                Ana Godinho

 

Sugestão de Fim de Semana / O que visitar na minha Cidade?

 

Festival do Lagostim de Rio de regresso a Ferreira do Zêzere

 

Considerada uma iguaria exótica, em grande parte dos restaurantes do centro da europa e do continente europeu de classe média e alta, comparada ao caviar, considerada como ementa de requinte e de luxo, o lagostim de rio volta a estar em destaque em Ferreira do Zêzere de 27 de março a 26 de abril, prometendo surpreender os turistas e os comensais mais exigentes.

As águas límpidas da Albufeira de Castelo do Bode proporcionam condições únicas para o habitat destes crustáceos de água doce e é em abril que se encontram na melhor fase do ano para serem pescados e confecionados de acordo com os chefes dos 6 restaurantes que são já especialistas na preparação de pratos originais e surpreendentes com esta iguaria, que vão desde entradas, sopas a pratos principais diversos.

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Foto da Semana

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 Alunos e Professores da Universidade Sénior na escadaria do Palácio de S. Bento- Assembleia da República.

 

publicado por IDADE MAIOR às 11:58

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Estórias e Contos Tradicionais Portugueses

 

Ponte do Lourêdo

Localizada na freguesia de Cerva, a Ponte do Lourêdo é uma estrutura hoje pouco utilizada devido à perda de importância do caminho que serve.

No entanto, esse caminho serviu durante séculos quem pretendia deslocar-se entre Ribeira de Pena e Cerva, ligando os Seixinhos a Vilarinho, representando, a par com a ponte da Póvoa, a única forma segura de atravessar o Rio Lourêdo.

De estrutura em pedra de granito em grande parte irregular, possui um tabuleiro em forma de cavalete, com a particularidade de, no lado de Vilarinho, o tabuleiro ficar direito por ligar a um nível superior do terreno.

Possui um arco de grandes dimensões, em forma de ogiva e ligeiramente abatido com aduelas longas e estreitas.

Possui guardas em pedra e o pavimento calcetado, onde ainda é possível visualizar as marcas profundas de séculos a servir de passagem a carros e carroças.

De origem provável medieval, como atestado pela estrutura gótica e pela antiguidade do caminho que serve, preserva ainda uma paisagem bucólica que a envolve, apenas quebrada pelos viadutos da auto-estrada recentemente construídos.

Acesso: Por Cerva, em direcção aos Seixinhos e depois pela Rua do Lourêdo.

Nas Proximidades: Castro dos Seixinhos, vale do Rio Lourêdo.

 

Ditos, Ditados e Provérbios Portugueses

 

“Abril, tempo de cuco, de manhã molhado e à tarde enxuto.”

 

“Em Abril águas mil.”

 

“Inverno de Março e seca de Abril, deixam o lavrador a pedir.”

 

“Abril molhado, sete vezes trovejado.”

 

“Abril chuvoso, Maio ventoso e Junho amoroso, fazem um ano formoso.”

 

“Uma água de Maio e três de Abril valem por mil.”

 

“Em Abril cada pulga dá mil.”

 

“Quem em Abril não merenda, ao cemitério se encomenda.”

 

“Tarde acordou quem em Abril podou.”

 

“Em lua de Abril tardia, nenhum lavrador confia.”

 

 

Sugestão de Culinária

 

Arrufadas

 

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Ingredientes:

  • 3,5 dl de leite;
  • 40 g de fermento de padeiro;
  • 625 g de farinha;
  • 2 ovos;
  • 2 gemas;
  • 75 g de manteiga;
  • 1 limão (raspa);
  • 1 colher de sopa de rum;
  • 80 g de açúcar;
  • Margarina, farinha e açúcar q.b.

Preparação:

  • Amorne o leite. Separe um pouco, junte-lhe o fermento e mexa, até diluir.
  • Acrescente-lhe 125 g de farinha, o restante leite, um ovo e as gemas. Envolva bem e deixe levedar.
  • Misture a manteiga com a raspa de limão, o rum e a restante farinha.
  • Amasse tudo com o fermento diluído. Deixe levedar em local aquecido.
  • Unte um tabuleiro com margarina e forre-o com papel vegetal, também untado e enfarinhado.
  • Molde as arrufadas e coloque-as no tabuleiro.
  • Pincele com o restante ovo batido e deixe levedar mais um pouco.
  • Ligue o forno a 190º C.
  • Corte as bolinhas no topo, com dois golpes, tipo cruz.
  • Polvilhe com o açúcar e leve a meio do forno, durante 25 minutos.
  • Retire mornas ou frias e cubra-as com um pano limpo.

  

Poesia

 

“Ó Pena ó que Linda Pena”

 

Ó Pena, ó que linda Pena,

Ó Pena, Cá da Ribeira

Tem a casa de Camilo

Que alegra a Vila inteira

Que alegra a Vila inteira

Aqui ou em qualquer lugar

Ó Pena, ó que linda Pena

Ó Pena, de Portugal!

 

Somos um grupo alegre

Que tem gosto p´la vida

Somos bastante ativos

E gente muito unida

 

Não temos muito pra dar

Mas temos pra receber

Depois desta cantoria

Todos as palmas bater

 

  

Sugestão de Fim de Semana / O que visitar na minha Cidade?

 

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 https://www.facebook.com/events/653486338111338/permalink/659531237506848/

 

Foto da Semana

 

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publicado por IDADE MAIOR às 11:40

 

Sugestão de Culinária

 

Açorda de bacalhau

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 Um prato tradicional e à moda alentejana. Delicie-se com um dos pratos mais tipicamente português.

 

Para 4 pessoas

Tempo de preparação: 15 minutos

Tempo de confeção: 20 minutos

Ingredientes:

300 g de bacalhau seco graúdo da Noruega

4 ovos Pingo Doce

400 g pão alentejano (da véspera) *

4 colheres de sopa de azeite gourmet

2 dentes de alho seco

1 raminho de coentros frescos

1 colher de chá de sal 200 g de rabanetes

* Contém glúten

 

Modo de confeção:

Coza o bacalhau previamente demolhado (durante 36 horas).

Retire o bacalhau e aproveite a água da cozedura (sem deixar ferver) para escalfar os ovos.

Retire os ovos e reserve o caldo.

Prepare um piso, esmagando num almofariz o azeite, os alhos descascados, os coentros lavados e escolhidos e o sal.

Leve o caldo da cozedura do bacalhau ao lume e junte-lhe o piso assim que levantar fervura.

Entretanto, corte o pão em fatias ou pedaços e distribua-o pelos pratos.

 

Finalização:

Na altura de servir, deite o caldo sobre o pão, os ovos e o bacalhau já cortado em pedaços ou em lascas e acompanhe com rodelas de rabanetes.

 

 

Sugestão de Fim de Semana / O que visitar na minha Cidade?

 

Sugestão de Passeio

 

No final do primeiro trimestre do ano lectivo 2013/2014, os alunos da FOS e alguns professores foram visitar o Museu do Vidro na Marinha Grande e o Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota. 

 

No Museu do Vidro foi possível admirar bonitas obras de arte nos mais variados tipos de vidro, assim como assistir às demonstrações de como construir peças decorativas e outros, feitas pelos artesãos que, com mestria transformavam barras de vidro em animais, plantas e outros nas mais variadas opções, tamanhos, feitios e cores.  

 

Já com o apetite a chamar, foi hora do salutar convívio entre professores e alunos, num confraternizante almoço no restaurante Monte Grande, perto da Marinha Grande.

 

À tarde todos tiveram a oportunidade de assistir a uma visita guiada ao Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota, que incluiu uma sessão multimédia explicativa desta importante batalha na história de Portugal.

 

Deixamos abaixo as fotografias e contactos dos locais visitados.

 

Foi um dia bem passado!

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 Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota

http://www.fundacao-aljubarrota.pt/?idc=50

 Restaurante Monte Grande

http://www.quintamontegrande.com/marinha/index.php?pagina=marinha

 

publicado por IDADE MAIOR às 11:21

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