UNIVERSIDADES SÉNIORES: ACONTECIMENTOS, TRABALHOS, ETC.

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Jun 15

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Estórias e Contos Tradicionais Portugueses

 

Correr o Fado

 

Em tempos antigos, um rapaz que trabalhava como criado para um lavrador chegava a certa hora do dia e ficava muito cansado e triste.

Foi então que o patrão reparou que o rapaz não andava bem e perguntou-lhe o que se passava.

O rapaz não queria falar, mas como estava desesperado e confiava no patrão, contou-lhe que nas noites de lua cheia se transformava em lobisomem e que também corria o fado.

Isto porque nesse tempo ouvia-se falar que, se o sétimo filho não se chamasse Adão ou Eva, conforme fosse rapaz ou rapariga, mais tarde iria correr o fado e transformava-se em lobisomem.

Como os pais do rapaz assim não o fizeram, o triste fado aconteceu-lhe.

O lavrador, com pena do rapaz, prometeu ajudá-lo. Perguntou-lhe por onde passava quando corria o fado.

O rapaz disse-lhe que tinha de passar sete montes, sete pontes e sete fontes.

O lavrador, numa noite de lua cheia, esperou na sétima fonte com uma foice bem afiada e ficou à espera do rapaz.

Quando o avistou transformado em lobisomem, deu-lhe um golpe com a foice e o lobisomem sangrou transformando-se no pobre rapaz.

O lavrador reparou que ao rapaz lhe faltava um dos dedos. Era a marca da foice.

Foi desta maneira que o rapaz deixou de correr o fado e de se transformar em lobisomem.

 

Ditos, Ditados e Provérbios Portugueses

 

Para Inglês Ver

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 A expressão surgiu por volta de 1830, quando a Inglaterra exigiu que o Brasil aprovasse leis que impedissem o tráfico de escravos.

No entanto, todos sabiam que essas leis não seriam cumpridas.

Assim, elas teriam sido criadas apenas “para inglês ver”.

Foi assim que surgiu a expressão.

 

 

Sugestão de Culinária

 

Sobremesa da Avó

Ingredientes:

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Bananas

Peros

Açúcar

Canela 

Gelado 

 

Preparação:

Pegamos num tabuleiro e colocamos 3 bananas cortadas ao meio, 4 peros cortados em 4 com a casca. Disponham pelo tabuleiro. Por cima de tudo colocar açúcar a gosto e canela.

Levar ao forno a 200 graus. Quando as frutas já tiverem a ficar meladas retirar do forno.

Colocar numas taças e por cima da fruta o gelado.

PS: O gelado pode ser de baunilha não de vários sabores.

 

Poesia

 

Abraça-te a mim!

 

Abraça-te a mim!

Escuta o bater do meu coração

Bem dentro de mim!...

É por ti que bate com paixão.

 

Abraça-te a mim!

Deixa-me sentir o teu calor

Tão perto de mim!...

E eu vou transmitir-te o meu amor.

 

Abraça-te a mim!

Sussurra meu nome com carinho;

Di-lo só p´ra mim!...

Com sempre fazes de mansinho.

 

Abraça-te a mim!

Não deixes escapar o momento;

Fiquemos assim!...

O meu ser inteiro é sentimento.

 

Abraça-te a mim!

Juntinhos, os dois, vamos sonhar;

Feitiço sem fim!...

Pode o mundo mesmo acabar.

 

                        Maria Luísa Osório

 

Sugestão de Fim de Semana / O que visitar na minha Cidade?

 

Museu Nacional de Soares dos Reis

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Museu Nacional Soares dos Reis está instalado no Palácio dos Carrancas, na freguesia de Miragaia, na cidade e Distrito do Porto, em Portugal. Trata-se de um museu de belas artes, artes decorativas e arqueologia.

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O chamado Museu Portuense, também conhecido por Ateneu D. Pedro IV, foi fundado em 11 de Abril de 1833 por decreto do rei Pedro IV de Portugal. Constitui-se, assim, como o mais antigo museu público de arte de Portugal. O museu foi primeiramente instalado no edifício do Convento de Santo António da Cidade, atual edifício da Biblioteca Pública Municipal do Porto, em Santo Ildefonso. A galeria de exposição permanente do museu ocupava o antigo refeitório dos monges capuchos, situado no rés-do-chão do edifício. No andar superior situava-se uma sala destinada ao estudo e exposições temporárias.

Em 1911, o museu passou a designar-se Museu de Soares dos Reis em homenagem aquele escultor portuense. Grande parte do espólio do escultor faz parte da coleção do Museu, sendo talvez a obra mais emblemática a escultura em mármore de nome O Desterrado.

Em 1940, o Estado adquiriu à Santa Casa de Misericórdia o Palácio dos Carrancas para o qual muito contribuiu o empenho do seu então diretor, Vasco Valente.

Concluídas as obras de adaptação do novo edifício, com projeto do engenheiro Fernandes Sá, o museu foi inaugurado em 1942. À época, as alterações mais notáveis consistiram na transformação das oficinas da antiga fábrica em galeria com iluminação zenital, destinada à pintura. Assim como, a criação de outra galeria, desta feita de escultura, para alojar a obra de Soares dos Reis.

Durante a década de 1940, o Museu foi enriquecido com as coleções do Museu Municipal. De museu clássico, de Belas-Artes, passou a museu misto, incorporando as chamadas artes decorativas, que assentavam bem a um Porto industrial.

Sob a direção do escultor Salvador Barata Feyo, na década de 1950, o Museu adquiriu obras de pintura e escultura a jovens artistas.

Em 1992, na sequência da criação do Instituto Português de Museus, o Museu Nacional Soares dos Reis iniciou um projeto de remodelação e expansão, da autoria do arquiteto Fernando Távora, concluído em 2001.

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O acervo do museu contabiliza cerca de 13000 peças, das quais 3000 são pinturas. As restantes, distribuem-se por coleções de escultura, gravura, artes decorativas (mobiliário, faiança, porcelana, vidros, ourivesaria, joalharia, têxteis) e coleções arqueológicas.

 

 Foto da Semana

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 Vista do lado de Vila Nova de Gaia para a Ribeira do Porto

publicado por IDADE MAIOR às 11:25

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